
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
-- - DIABO ESPINHOSO - --

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
*...“ umbigo do mundo ”...*

--- bizarro, hein...!?!? ---

....não sei como explicar em que ano ela foi feita,... essa publicidade, essa idéia de publicidade,..mas pela cor e textura, vocês podem ver,...que ela tem um certo tempo, ....positivo? ...mera coincidência?
...você pensava, ...você pensava.....

terça-feira, 9 de dezembro de 2008
*→ ACHACHAIRÚ ←*

Wilson Barbosa
Fabiane Aparecida Artioli
click no link abaixo...
http://www.infobibos.com/Artigos/2007_1/achachairu/index.htm
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Novas Regras para o serviço de atendimento ao consumidor
TRANSPARÊNCIA NA HORA DE SER ATENDIDO, RESPEITO NA HORA DE SER OUVIDO.
As regras do call Center vão mudar. Com o novo Decreto do Presidente da República e a Portaria do Ministério da Justiça, que exige mais atenção e preparo das empresas no tratamento com os clientes, a enrolação e o desrespeito saem de cena e entram a transparência e a competência. As novas regras valem para setores como: energia elétrica, telefonia fixa e móvel, seguradoras, televisão por assinatura, planos de saúde, aviação civil, empresas de ônibus, bancos e cartões de crédito. E a mudança tem data certa para começar: dia 1º (primeiro) de dezembro.
· O que vai mudar para o consumidor?
1. Acesso
· Gratuidade do SAC de telefone fixo, celular, orelhão.
· Direto de encontrar no 1º menu eletrônico as seguintes opções de contato:
· atendimento, reclamação, e cancelamento.
· Opção de atendimento pessoal em todas as subdivisões do menu.
· Direito de falar com o SAC – 24 horas/7 dias da semana.
· Exceções:
· Serviços não disponíveis para contratação ou fruição por 24 horas/7 dias:
· TV por assinatura com menos de 50.000 assinantes:
· Transporte aéreo não regular de passageiros (vôos fretados e charter).
· Acessibilidade a deficientes auditivos e de fala.
· Direito de ser atendido por um canal único quando tiver adquirido serviços conjuntamente.
2. Qualidade
· Transparência de um atendente para outro em no máximo 60 s.
· Direito de acesso ao histórico das suas demandas.
· Direito a não ouvir mensagens publicitárias durante a espera pelo atendimento sem o seu prévio consentimento.
3. Controle
· Direito ao registro numérico da sua demanda no início do atendimento
· Direito de receber a gravação de sua ligação
· Direito de receber o histórico de suas demandas após 72 horas de sua solicitação.
4. Reclamação
· Direito de ter a solução de sua reclamação em 5 dias.
· Direito de receber o comprovante da resolução da demanda.
· Direito de ter suspensa a cobrança questionada, salvo comprovação, pelo, fornecedor.
5. Cancelamento
· Direito ao cancelamento do serviço pelo mesmo meio de contratação.
· Efeitos do cancelamento devem ser imediatos ao pedido do consumidor.
Direito ao recebimento do comprovante de cancelamento.terça-feira, 25 de novembro de 2008
→ Matéria - Campo Grande

Marco Antônio Soalheiro
Repórter da Agência Brasil
“Pela intimidade que eu tenho com eles, eu disse: vocês não vão ficar com horas a mais de vadiagem, vão ficar só com dez horas de planejamento/ vadiagem”.
STF deve julgar ainda este ano ação contra lei que criou piso de professores
Brasília - A Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra dispositivos da Lei Federal 11.738, de julho de 2008 - que define novas regras para o magistério e unifica no país a remuneração inicial dos professores de escolas públicas da educação básica – deve ir a julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) ainda este ano.
A informação foi dada por governadores que ajuizaram a ação, após se reunirem, hoje (21), no STF com o relator, ministro Joaquim Barbosa.
“A sorte foi lançada. Ele [Joaquim Barbosa] disse que pensa que possa ser votada [a Adin] este ano”, informou o governador do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli.
Além de Puccinelli, foram à audiência o governador do Paraná , Roberto Requião, e representantes dos governos estaduais do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. O Ceará, quinto estado responsável pela autoria da ação, não enviou representante.
Puccinelli reiterou a oposição radical do grupo sobre a classificação do piso como vencimento básico e o aumento do tempo de planejamento de aulas para 1/3 da carga horária de trabalho do professor.
O primeiro ponto, segundo o governador, inviabilizaria o orçamento dos estados, pois ao piso de R$ 950,00, considerado vencimento básico, ainda teriam que ser acrescidos adicionais por regência de classe, por progressões funcionais por tempo de serviço e outras gratificações. A divergência seria quanto ao vencimento, e não quanto ao piso
“O piso eu vou aplicar agora [em 1º de janeiro], mas se puser de base R$ 950,00, com os adicionais e gratificações, o cara vai ganhar R$ 4, mil e hoje não ganha R$ 2 mil. Isso, neste momento é insuportável. Quatro mil municípios do país vão piorar o ensino. A lei é inexequível”, afirmou Puccinelli.
Questionado sobre a promessa do governo federal de complementar recursos para a aplicação do novo vencimento básico em estados e municípios, Puccinelli sorriu e disse que o seu estado tem recebido restituições cada vez menores provenientes da Lei Kandir. “Não tem condições de aplicar”, resumiu.
Os professores também não escaparam das críticas do governador. Segundo ele, oito a dez horas semanais (em torno de 20% da carga horária) são mais que suficientes para o planejamento das aulas. “Há 30 anos atrás quando não tinha internet, não tinha Google [site de buscas], não tinha tanta modernidade, os professores planejavam e tinham que pesquisar em livros. Hoje você entra no Google e o professor de Geografia passa a aula com maior tranquilidade”, argumentou.
Puccinelli ainda recorreu a uma analogia inusitada para defender sua tese. “Eu fui cirurgião de trauma. Aí um doido te atropela, foge, você está sangrando e entra em choque. Eu vou planejar 13 horas como fazer a cirurgia?”, questionou. “Não tem necessidade de aumentar horas de planejamento e diminuir o essencial, que é ensinar o aluno. O que precisa é dar aula para a gurizada”, acrescentou.
Sobre a possibilidade de greve dos professores em seu estado, caso não seja implementado o novo piso, conforme previsto em lei, Puccinelli ressaltou não acreditar nisso e contou ter feito até uma provocação, em tom de brincadeira, a amigos do magistério: “Pela intimidade que eu tenho com eles, eu disse: vocês não vão ficar com horas a mais de vadiagem, vão ficar só com dez horas de planejamento/ vadiagem”.
*** matéria sugerida por meu amigo Dilan.
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/11/21/materia.2008-11-21.5457112764/view
* TUTHANKHAMON *

domingo, 23 de novembro de 2008
sábado, 22 de novembro de 2008
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
♂♀ + I M P R E S S I O N A N T E, alguém ja leu sobre isso? PREPAREM_SE + ♀♂
domingo, 9 de novembro de 2008
-----> Pastor de Anatólia

...ja conheciam esse cara? ... hum?
Origem
O Pastor da Anatólia é um dos mais majestosos e nobres animais ao serviço do homem; ainda é usado em distritos rurais da Turquia como pastor, companhia indispensável e "linha de frente" da defesa de seu gado dos predadores. Sem o auxílio do Pastor da Anatólia, o pastor turco poderia ser menos capaz para defender sua propriedade e rebanho dos animais selvagens. Tais cães são achados desde o planalto direito da Turquia até o Afeganistão.
Na Turquia hoje, a raça é conhecida como Coban Kopegi (cho- bawn kopay) o que significa "Cão pastor". Também pode se referir a ele como Kangal Dog, dando reconhecimento para a região da Turquia onde alguns dos espécimes mais finos da raça podem ser encontrados. Ele é um cão protetor do gado que vive em constante associação com suas ovelhas ou cabras e é aceito como membro do rebanho.
A extraordinária velocidade e agilidade do Pastor da Anatólia permite que ele cace roedores com grande eficiência. Os pastores turcos equipam seus cães com impressionantes coleiras com pontas-de-aço como proteção contra o ataque de animais que agarram pela garganta.
Historicamente, desde os tempos da Babilônia, há documentos de uma raça de cães grande, forte e com uma cabeça pesada. Alguns espetaculares representantes da raça, que datam de 2000 a.C., podem ser vistos em um bem preservado baixo-relevos nas "Salas Assírias", no Museu Britânico em Londres. Com a vinda da primeira ovelha doméstica, os cães passaram de "caçadores" para "protetores".
O Pastor da Anatólia de hoje foi mantido relativamente inalterado desde os seus ancestrais por causa da natureza de sua existência isolada.
Os turcos, por séculos, dependem da terra para sua subsistência, de modo que os animais domésticos fazem parte integral de sua existência. Por esta razão, talvez, foram preservadas as características do Pastor da Anatólia,bem adaptadas para o clima quente e o terreno da Turquia, foram preservadas, o estilo de vida dos pastores que até em tempos modernos são nômades; e o trabalho de guardião da aldeia e do rebanho contra predadores ferozes.
Comportamento
O Pastor da Anatólia é uma raça versátil. Nos EUA, o Pastor da Anatólia guarda tudo, desde galinhas, cabras e ovelhas até gado. Uns poucos até guardam cavalos miniaturas, avestruzes e lhamas. Alguns cães têm demonstrado obediência; outros têm certificado de cães de terapia. O Pastor da Anatólia também é usado como animal de estimação e protetor da família. Muitos dos Pastor da Anatólia vivem em pequenas fazendas, casas do subúrbio ou chácaras onde eles cumprem o dever de animal de estimação da família, guarda de rebanhos e/ou cães de exposição.
sábado, 8 de novembro de 2008
☺ sabia disso? - leia, nunca mais você vai esquecer ☺

A história do café começou no século IX. Originário das terras altas da Etiópia (possivelmente com culturas no Sudão e Quênia) e difundido para o mundo através do Egito e da Europa. Mas ao contrário do que se acredita, a palavra "café" não é originária de Kaffa — local de origem da planta —, e sim da palavra árabe qahwa, que significa "vinho", devido a importância que a planta passou a ter para o mundo árabe.
Uma lenda conta que um pastor chamado Kaldi observou que suas cabras ficavam mais espertas ao comer as folhas e frutos do cafeeiro. Ele experimentou os frutos e sentiu maior vivacidade. Um monge da região, informado sobre o fato, começou a utilizar uma infusão de frutos para resistir ao sono enquanto orava.
O conhecimento dos efeitos da bebida disseminou-se e no século XVI o café era utilizado no oriente, sendo torrado pela primeira vez na Pérsia.
Na Arábia, a infusão do café recebeu o nome de kahwah ou cahue (ou ainda qah'wa, do original em árabe قهوة). Enquanto na língua turco otomana era conhecido como kahve, cujo significado original também era "vinho". A classificação Coffea arabica foi dada pelo naturalista Lineu.
O café no entanto teve inimigos mesmo entre os árabes, que consideravam suas propriedades contrárias às leis do profeta Maomé. No entanto, logo o café venceu essas resistências e até os doutores maometanos aderiram à bebida para favorecer a digestão, alegrar o espírito e afastar o sono, segundo os escritores da época.
Na Ásia e África
Em 1475 surge em Constantinopla a primeira loja de café, produto que para se espalhar pelo mundo se beneficiou, primeiro, da expansão do Islamismo e, em uma segunda fase, do desenvolvimento dos negócios proporcionado pelos descobrimentos.
Por volta de 1570, o café foi introduzido em Veneza, Itália, mas a bebida, considerada maometana, era proibida aos cristãos e somente foi liberada após o papa Clemente VIII provar o café.
Na Inglaterra, em 1652, foi aberta a primeira casa de café do continente europeu, seguindo-se a Itália dois anos depois. Em 1672 cabe a Paris inaugurar a sua primeira casa de café. Foi precisamente na França que, pela primeira vez, se adicionou açúcar ao café, o que aconteceu durante o reinado de Luís XIV, a quem haviam oferecido um cafeeiro em 1713.
Na sua peregrinação pelo mundo o café chegou a Java, alcançando posteriormente os Países Baixos e, graças ao dinamismo do comércio marítimo holandês executado pela Companhia das Índias Ocidentais, o café foi introduzido no Novo Mundo, espalhando-se nas Guianas, Martinica, São Domingos, Porto Rico e Cuba. Gabriel Mathien de Clieu, oficial francês, foi quem trouxe para a América os primeiros grãos.
Ingleses e portugueses tentaram a sua sorte nas zonas tropicais da Ásia e da África.
Das primeiras plantações na Região Norte, mais especificamente em Belém, as mudas foram usadas para plantios no Maranhão e na Bahia, na Região Nordeste.
As condições climáticas não eram as melhores nessa primeira escolha e, entre 1800 e 1850, tentou-se o cultivo noutras regiões: o desembargador João Alberto Castelo Branco trouxe mudas do Pará para a Região Sudeste e as cultivou no Rio de Janeiro, depois São Paulo e Minas Gerais, locais onde o sucesso foi total. Também como fator favorável é citado haver nesses locais e no Paraná a terra roxa, considerada o melhor solo para o plantio do café. Graças a isso o Paraná tornou-se o maior estado produtor brasileiro em 1959. O negócio do café começou, assim, a desenvolver-se de tal forma que se tornou a mais importante fonte de receitas do Brasil durante muitas décadas.
Vale ressaltar que o sucesso da lavoura do café em São Paulo durante a primeira parte do século XX, levou a que o Estado se tornasse um dos mais ricos do país, fazendo com que vários fazendeiros indicassem ou se tornassem eles próprios presidentes do Brasil (política conhecida como café-com-leite, por se alternarem na presidência paulistas e mineiros), até que se enfraqueceram politicamente com a Revolução de 1930.
O café era escoado das fazendas no interior do estado e enviado ao Porto de Santos através de ferrovias, principalmente pela inglesa (contruída por ingleses) São Paulo Railway.






















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